domingo, 27 de setembro de 2009

Lixo


Lixo
O lixo é uma fonte de riquezas. As indústrias de reciclagem produzem papéis, folhas de alumínio, lâminas de borracha, fibras e energia elétrica, gerada com a combustão.
No Brasil, a cada ano são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia.
O Brasil é considerado um grande "reciclador" de alumínio, mas ainda reaproveita pouco os vidros, o plástico, as latas de ferro e os pneus que consome.
A cidade de São Paulo produz mais de 12.000 toneladas de lixo por dia, com este lixo, em uma semana dá para encher um estádio para 80.000 pessoas.
Um litro de óleo combustível usado pode contaminar 1.000.000 de litros de água.
Menos de 50% de produção nacional de papel ondulado ou papelão é reciclado atualmente, o que corresponde a cerca de 720 mil toneladas de papel ondulado. O restante é jogado fora ou inutilizado.
Pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, um pouco mais de 1 quilo de lixo por dia. Atualmente, a produção anual de lixo em todo o planeta é de aproximadamente 400 milhões de toneladas.
Perfil do lixo produzido nas grandes cidades brasileiras:
1. 39%: papel e papelão
2. 16%: metais ferrosos
3. 15%: vidro
4. 8%: rejeito
5. 7%: plástico filme
6. 2%: embalagens longa vida
7. 1%: alumínio

Projeto Quitaúna







O Projeto Social Quitaúna, também conhecido como "Projeto do Lixo às Flores".
O empreendimento de tratamento e disposição de resíduos da Quitaúna – Serviços S/C Ltda. está instalado em uma área de 413 mil metros quadrados, sendo 172.129 metros quadrados de áreas verdes. Recebe diariamente 966 toneladas de lixo do município de Guarulhos.
Trata-se do Projeto "Flor do Lixo", inspirado no carnavalesco Joãozinho Trinta que diz que "O lixo vai gerar flor. A flor vai gerar emprego". (FRASE DE IMPACTO???)O Projeto Social Quitaúna desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Guarulhos emprega os antigos catadores que viviam do antigo lixão de Guarulhos. São cerca de 20 famílias que além de deixarem de viver do lixo estão aprendendo um ofício através do cultivo de diversas variedades de plantas.
O funcionamento do Aterro;
A importância da coleta seletiva;
A minimização da geração de resíduos;
Os cuidados ambientais da empresa com a preservação dos recursos hídricos;
As diferenças entre um lixão e um aterro controlado;
E o "Projeto Social Quitaúna" é apresentado.
Para saber mais sobre o empreendimento e demais atividades da empresa, acesse a página na Internet: http://www.quitauna.com.br/

sábado, 25 de abril de 2009

Energia Eólica


Atualmente, a energia eólica é utilizada em larga escala no mundo. Na última década, sua evolução demonstra sua aceitação como fonte geradora, com tendências de crescimento expressivo relativamente às matrizes energéticas dos paises que a utilizam. Hoje, existem mais de 30.000MW de capacidade instalada no mundo. A maioria dos projetos está localizada na Alemanha, Dinamarca, Espanha e Estados Unidos.
Na Dinamarca, a contribuição da energia eólica equivale a 12% da energia elétrica total produzida no país; no norte da Alemanha, região de Schleswig Holstein, a contribuição eólica já passou de 16%; e a União Européia tem como meta, até 2030, gerar 10% de toda eletricidade a partir do vento.
O Brasil tem grande potencial eólico: cerca de 140 gigawatts, segundo o Atlas Eólico Brasileiro publicado pelo CEPEL (Centro de Pesquisas Elétricas da Eletrobrás), concentrado principalmente nas regiões litorâneas, sobretudo na região nordeste.
A energia eólica é uma energia renovável e de baixo impacto ambiental. Não existem emissões de gases na geração, rejeitos efluentes e tampouco consumo de outros bens naturais como a água. Para se ter uma idéia de ocupação de solo, o equipamento ocupa 1% da área da usina eólica, e o restante pode ser ocupado por lavoura ou pastagem, sem transtornos para animais ou plantas. Pode-se morar a uma distância de 400 metros das usinas eólicas sem que seu ruído cause danos ou perturbações ao ser humano. Na Dinamarca os fazendeiros têm aerogeradores bem próximos de suas residências.
Um grande impulsor da energia eólica será o resgate equivalente de carbono decorrente da produção de sua energia limpa, quando comparada com uma mesma quantidade de energia produzida por fonte utilizando combustíveis fósseis. Com a ratificação do Protocolo de Quioto, a geração de energia por fonte eólica poderá se beneficiar fortemente com a emissão dos certificados de carbonos cujos valores poderão ser expressivos, contribuindo assim para melhorar o rendimento econômico dos projetos eólicos.
Em janeiro de 2004, a Petrobras inaugurou na unidade de produção de petróleo em Macau/RN, o seu primeiro parque eólico com potência instalada de 1,8 MW (3 aerogeradores de 600 kW cada). A empresa está desenvolvendo o projeto do seu segundo parque eólico, que ficará na região de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, com capacidade de 4,5 MW. Além disso, mantém mais de 20 pontos de medição de potencial eólico no Brasil e realiza estudos para instalação de outras unidades e parcerias nos projetos do PROINFA (Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica).
O PROINFA, instituído pela Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002 e revisado pela Lei nº 10.762, de 11 de novembro de 2003, tem como objetivo a diversificação da matriz energética brasileira e a busca por soluções de cunho regional com a utilização de fontes renováveis de energia. O programa promoverá a implantação de 3.300 MW de capacidade, sendo 1.100 MW de energia eólica, 1.100 MW de biomassa e 1.100 MW de pch (pequenas centrais hidrelétricas).

Energia Eólica(PDP)

A energia produzida através da força dos ventos é uma das mais antigas que se utiliza, e tem várias vantagens quando é usada para geração de eletricidade, pois entre outras coisas, é considerada uma energia limpa, renovável, de baixo custo operacional e de implantação.
No Brasil uma das primeiras usinas a entrar em operação comercial, foi a de Fernando de Noronha, e hoje já temas várias em operação, principalmente no Estado do Ceará.
Os maiores aproveitamentos dessas fontes de energia, ficam localizadas nas regiões litorâneas, devido aos maiores potenciais e regularidades dos ventos.
Países como Alemanha e Holanda, possuem grandes Parques Eólicos de Geração de Energia Elétrica, onde a energia elétrica que é gerada representa considerável percentual de suas matrizes energéticas.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Energia Eólica (PDP)

A energia cinética do vento também é uma fonte de energia e pode ser transformada em energia mecânica e elétrica. Um barco á vela usa a energia dos ventos para se deslocar na água. Esta é uma forma de produzir força através do vento.
Durante muitos anos, os agricultores serviram-se da energia eólica para bombear água dos furos usando moinhos de vento. O vento também é usado para girar a mó dos moinhos transformando o milho em farinha. Atualmente o vento é usado para produzir eletricidade.
O vento forte pode rodar as lâminas de uma turbina adaptada para o vento (em vez do vapor ou da água é o vento que faz girar a turbina). A ventoinha da turbina está ligada a um eixo central que contém em cima um fuso rotativo. Este eixo chega até uma caixa de transmissão onde a velocidade de rotação é aumentada. O gerador ligado ao transmissor produz energia elétrica.
A turbina tem um sistema de abrandamento para o caso do vento se tornar muito forte, impedindo assim a rotação demasiado rápida da ventoinha.
Um dos problemas deste sistema de produção elétrica é que o vento não sopra com intensidade todo o ano, ele é mais intenso no verão quando o ar se movimenta do interior quente para o litoral mais fresco. Outro entrave é o fato do vento ter que atingir uma velocidade superior a 20 km/hora para girar a turbina suficientemente rápido.
Cada turbina produz entre 50 a 300 kilowatts de energia elétrica. Com 1000 watts podemos acender 10 lâmpadas de 100 watts; assim, 300 kilowatts acendem 3000 lâmpadas de 100 watts cada.
Cerca de 30% da eletricidade produzida a partir do vento é criada na Califórnia. A Dinamarca e Alemanha também são grandes exploradores da energia eólica.
Mas uma vez produzida a eletricidade é necessário conduzi-la até ás casas, escolas e fábricas.

Perguntas PDM

1. Relacione o texto com o grafico "Destruição Ambiental X Fome na india", e explique como a destruição do território pode contribuir para o aumento da fome na India.


2. Baseado no texto e no grafico "Fome no Mundo", esponha soluções para combater a fome na India, citando critérios de suntentabilidade, disperdicio e utilização de recursos nativos da região.


3. De acordo com o grafico "Fome no Mundo" porque existe diferença na porcentagem das regiões de acordo coma fome?

Fome na India (complemento) (PDM)

Fome na Índia
De acordo com estatísticas oficiais divulgadas pelo governo regional indiano, 1.085 bebés morreram de desnutrição entre os meses de Abril e Julho no estado costeiro da Índia, cuja capital é Bombaim. O número de crianças mortas à fome eleva-se a 1.590 se forem contabilizados os menores até aos seis anos de idade, segundo dados oficiais, e a cerca de 3.000 desde o início do ano. Em 2004, outras duas mil crianças morreram nestes distritos, pelas mesmas causas. Os defensores dos direitos humanos e os meios de comunicação acusam o governo de não tomar medidas para resolver o problema da fome. Apesar de as estatísticas oficiais de Nova Deli indicarem que cerca de 27 por cento da população vive em extrema pobreza, as nações Unidas e o Banco Mundial calculam que mais de 40 por cento dos indianos vive com menos de um dólar por dia.